João Pessoa, 25 de Junho de 2017

16 de Junho de 2017

Rainha acolhe vítimas de incêndio

Rainha acolhe vítimas de incêndio

 A rainha eo príncipe William estão visitando um centro que acolhe vítimas do incêndio que atingiu a Grenfell Tower, em North Kensington, na Zona Oeste de Londres, segundo a BBC. A polícia confirmou 17 mortes, mas o jornal "The Sun" afirma que 65 pessoas estão desaparecidas.

A visita ao Centro Westway Sports acontece após a polícia afirmar que alguns dos mortos podem nunca ser identificados. Os bombeiros entraram no 3º dia de buscas por corpos dentro do imóvel de 24 andares, que está com a estrutura carbonizada. Eles enfrentam condições perigosas e precisam escorar as paredes para minimizar os riscos. A corporação chegou a dizer que a estrutura, que está carbonizada, poderia ruir, porém já descartou essa hipótese.


O incêndio foi um dos maiores já registrados em Londres. Testemunhas relataram que crianças foram jogadas das janelas da Grenfell Tower e várias pessoas se atiraram do edifício, em uma tentativa desesperada de fugir das chamas. Após o incêndio, 78 pessoas precisaram ser hospitalizadas. Até quinta-feira, 37 permaneciam internadas, sendo que 17 estavam em estado crítico. Na quinta-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, e a cantora Adele visitaram a Grenfell Tower, que fica a 2,7 km da residência do príncipe Willian e da sua mulher, Kate Middleton.

Reforma Construído em 1974 em North Kensigton, o edifício tinha passado por uma reforma em 2016. Os responsáveis pela obra divulgaram um comunicado que afirmam que todos os padrões de segurança foram rigidamente seguidos.

A investigação sobre a causa do incêndio analisará os painéis de revestimento fixados no exterior do edifício, que segundo as primeiras avaliações contribuíram para a propagação do fogo. Alguns especialistas já indicaram que o revestimento fixado ao prédio durante a reforma do ano passado pode ter sido a responsável pela velocidade com que ele se propagou.

O Dr. Jim Glocking, diretor técnico da Associação da Proteção de Incêndios (FPA, na sigla em inglês), salientou como o revestimento de isolamento parte externa dos blocos da torre não precisava ser à prova de fogo.

G1




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